Rio, foi bom ver de perto o que só vemos na TV e saber que tudo o que vi lá é parte desse meu país, país lindo!
23/10/11
O Rio de janeiro continua lindo...
Rio, foi bom ver de perto o que só vemos na TV e saber que tudo o que vi lá é parte desse meu país, país lindo!
05/09/11
12/05/11
Fundamental é devanear
Devanear é parte da condição humana. Mesmo que o conhecimento hoje seja acelerado e as pessoas ajam de maneira mais autômata. Com a mente livre para flanar, as pessoas exercitam a imaginação e transitam por outros lugares; recolhem material para criar, ficando mais receptivas a insights.
17/04/11
What Happens When
O que você acharia de um restaurante abandonado, um compositor, um fotógrafo, um chefe de cozinha e mais dois designers juntos? O What Happens When é uma mistura de restaurante com espaço artístico que se reinventa a cada 30 dias durante nove meses, ou seja com data para acabar! Neste projeto todo mês o restaurante muda de cara, cardápio e tema artístico. Mas o bacana mesmo é que a inspiração está em proporcionar experiências através dos cinco sentidos. Um dos movimentos inventados, foi recriar a sensação de uma criança em uma floresta, onde foram espalhados galhos de pinheiros gigantes, monstros em miniatura e trilhas de animais no chão por todo o restaurante, como num filme de aventura. Passando por Nova York e com a curiosidade aguçada não deixe de conferir, o What Happens When fica na 25 Cleveland Place, Soho. De terça a domingo das 17h30 ás 23h, mas lembre-se o espaço tem duração só de nove meses!
22/02/11
16/01/11
"O Jogo da Amarelinha - cap. 7" - Julio Cortázar
Você me olha, de perto me olha, cada vez mais de perto, e então brincamos de cíclope, olhamo-nos cada vez mais de perto e nossos olhos se tornam maiores, se aproximam uns dos outros, sobrepõem-se, e os cíclopes se olham, respirando confundidos, as bocas encontram-se e lutam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando nas suas cavernas, onde um ar pesado vai e vem com um perfume antigo e um grande silêncio. Então, as minhas mãos procuram afogar-se no seu cabelo, acariciar lentamente a profundidade do seu cabelo, enquanto nos beijamos como se tivéssemos a boca cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de fragância obscura. E se nos mordemos, a dor é doce; e se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo de fôlego, essa instantânea morte é bela. E já existe uma só saliva e um só sabor de fruta madura, e eu sinto você tremular contra mim, como uma lua na água.
03/11/10
MOFONOVO: ANNE FRANK "EP" (1990)
24/10/10
De Facto
Depois de um tempo você percebe que algumas pessoas não passam de uma farsa.Não abrir a sua casa a qualquer estranho que lhe soe familiar.
Não fazer absolutamente nada que não seja da sua vontade.
Regras, convenções sociais, leis, independente de onde se vive, elas em primeiro lugar devem servir para você. Caso contrário, ignore-as.
O vazio se apodera de alguns e a futilidade ganha imenso espaço.
Do ócio, quero o prazer, a inspiração, o silêncio.
Da estafa do trabalho, quero a fuga, o escape, a catarse.
De você, uma taça de vinho, uma conversa ao acaso.
E ao final de tudo, um gato de pelo curto invadindo a minha casa.
14/09/10
Cartazes Russos








26/08/10
Roube.
Tudo o que você pensa, pense ao contrário.
Acabei de ler este livrinho de Paul Arden, uma lenda da publicidade britânica. É claro que o título me chamou a atenção pela chamada anticonvencional, afinal não é a toa que alguns falam que sou do contra. Em vez de conselhos tediosos, o livro oferece ousadas insolências, aforismos e paradoxos - todos buscando rever o que consideramos nosso "bom senso". 03/07/10
28/05/10
Girl at Sewing Machine - by Hopper
(after a painting by Edward Hopper)26/05/10
Sobre música, cinema, livros e lugares
Jonnhy Cash, Nick Cave, Andrew Bird, Yann Tiersen, Mark Lanegan, David Bowie passeando por Joy Division, Siouxsie, Smiths e Tom Waits! O que seria da vida sem eles?
Assim como Jim Jarmusch, Lynch, Cronenberg, Hitchcock, Buñuel... Oh God!
Preciso agradecer todos os dias por estar neste mundo. É, este aqui mesmo. Vizinho de outros certamente mais evoluídos e adiantados.
Não preciso nada mais que Tom Waits ou Nick Cave e um filme como A estrada real, do Linch. O resto é lucro.
Lugares? O que dizer deles... Particulares, cenários únicos, mutáveis, imagem real de antes ás vezes imaginário.
Ruas, pessoas, personagens, situações. O filme é seu.
Prazer? Não interessa qual... Comidas, bebidas, pessoas.
Animais, poesias, coisas, coleções delas.
Meias, vinhos, café ou cigarros.
Que o prazer nos inunde.
O resto é resto.
23/05/10
Campanha "Free Hugs"
A primeira vez que vi um cartaz desses, estava em Edimburgo, Escócia com a minha mãe correndo da chuva na Royal Mille em Old Town, até que achamos uma espécie de igreja para fugir da chuva, mas bem na porta haviam duas pessoas com os cartazes dos "free hugs". Assim que chegamos, eles nos perguntaram se estávamos interessadas em abraços grátis. Depois do momento de abraços fiquei pensando de onde vinha isso.
A campanha começou em 2004 com um homem australiano conhecido pelo pseudônimo "Juan Mann" em Sydney, Austrália. Ele estava vivendo em Londres e quando voltou para a sua cidade natal, não havia ninguem para recebê-lo no aeroporto porque sua família estava
passando por problemas. Seus pais estavam se divorciando, sua avó estava muito doente e sua namorada tinha acabado de romper o relacionamento deles. Parado lá no terminal, vendo outros passageiros encontrarem seus amigos e família esperando por eles com os braços abertos e sorriso no rosto, eu queria que alguém estivesse lá esperando por mim, feliz em me ver, sorrir para mim, esperar por mim – disse Juan Mann em entrevista em um progra
ma de TV.Juan Mann transformou isso em um ritual e toda semana carregava o cartaz até o shopping Pitt Mall Street, em Sydney. Assim, ele conheceu Shimon Moore, líder da banda Sick Puppies, que o filmou oferecendo seu abraço com cartazes e sendo interrompido frequentemente pela polícia australiana. O vídeo se espalhou no youtube, e hoje a campanha dos "free hugs" se espalhou por todo o mundo.
ssoas, como a garota que morava sozinha em Londres e estava muito triste porque naquele dia seu gato havia morrido, andando pela rua avistou um homem com o cartaz da campanha e saiu correndo em sua direção em busca de um abraço. 21/05/10
20/05/10
Não sei o que deu errado, na teoria somos perfeitos...
Ao terminar um relacionamento as pessoas acham que devem sentir-se vazias, incompletas, e todo aquele caminhão de coisas estranhas. Me pergunto se o senso comum tem a verdade, a razão.Dia desses, ouvi uma frase num filme do Sam Shepard que dizia: “A terra é para sempre, mas as pessoas tem apenas momentos.”
O mundo da fantasia é muito claro e os humanos preferem acreditar em contos de fadas. É tão natural e igualmente bom estar num conto de fadas, mas sabendo que é apenas um conto.
Vejamos o lado prático: duas pessoas se conhecem, se apaixonam, ficam cegas e enxergam no outro o que querem. Passando o estado da cegueira preferem continuar cegas, até então não ser mais possível continuar neste estado, passam então a enxergar o outro realmente como ele é, sentem-se então enganados, os atritos e divergêrncias começam. As pessoas não querem a vida real, querem um conto cor de rosa, do tipo eu sou como você quer e você é como eu quero. Brilhante e impossível!
Ok, vamos bolar uma teoria para isso e ganhar milhões vendendo livros de auto ajuda, sobre como ser mais feliz moldando-se aos relacionamentos. Bem, meu colegas psicólogos poderiam chamar isto de comportamento aprendido x necessidade básica. Eca.
Teorias a parte, como diz Alain de Botton em seu livro Ensaios de Amor, em uma simples história um relacionamento passa pelo encontro, o envolvimento, a paixão, o tédio da rotina e a separação. Exceções a parte!
Vejam bem, não quero deixar apenas uma visão pessimista da coisa, este é somente o lado prático e racional, ainda que o pensamento racional seja visto como pessimista nesses assuntos, é claro que não existe coisa melhor do aqueles instantes cor de rosa, onde o mundo pára e você só enxerga o outro na frente e todas as coisas a sua volta são alegres e coloridas, como num estado de abobamento...
15/05/10
11/05/10
09/05/10
Bobby Brown - Frank Zappa
Hey, there people I'm Bobby Brown, they say I'm the cutest boy in town!My car is fast, my teeth are shiny, so tell all the girls they can kiss my Heini!
08/05/10
Night on Earth - Jim Jarmusch
Night on Earth é um filme de 1991, escrito e dirigido pelo espetacular Jim Jarmusch.Cinco histórias curtas, cada uma acontecendo em um táxi, ao mesmo tempo em uma cidade diferente - Los Angeles, Nova York, Paris, Roma e Helsinki. Cinco cidades. Cinco táxis. Uma multidão de estranhos na noite.
02/04/10
Os Famosos e os Duendes da Morte
O filme brasileiro "Os Famosos e os Duendes da Morte", de Esmir Filho, estreia nesta sexta-feira, após receber diversos prêmios em festivais dentro e fora do país. O filme é a estreia do diretor em longas-metragens e mostra o cotidiano de um adolescente tímido que habita dois universos paralelos: o real, numa cidadezinha gaúcha de raízes alemãs que ele define como "cu do mundo"; e o virtual, o lugar longe, onde ele se autodenomina Mr. Tambourine Man, mantém um diário em um blog, bate-papo com amigos e vê vídeos da garota chamada Jingle Jangle.
O longa é uma versão do romance do escritor e co-autor do roteiro Ismael Caneppele, que cresceu em Lajeado, no vale do Taquari, onde se passa a história.
A obra foi a grande vencedora do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro.
Fonte: Folha on line.
17/03/10
10/03/10
A Fita Branca
No inicio do filme tudo parece interessante e instigante. Aos poucos, um sôco no estômago, depois um no olho e por fim você é arrastado dentro do próprio cinema, suplicando: pare por favor, I can’t stand anymore. Os filmes do diretor austríaco Michael Haneke, costumam provocar perplexidade e mal estar, pela maneira como aborda seus filmes.Ambientado em 1913 num vilarejo protestante da Alemanha, véspera da primeira guerra mundial, estranhos eventos acontecem, tirando a paz da pequena cidade alemã.
Filmado em preto e branco, com uma fotografia belíssima diga-se de passagem, a intenção de Haneke foi a de mostrar o cenário que antecedeu a guerra, ou seja, “as raízes do mal”.
A Fita Branca, vencedor da Palma de Ouro 2009 em Cannes, foi uma das grandes zebras da premiação do Oscar 2010, indicado como melhor filme estrangeiro, perdendo para o argentino El Secreto de Tus Ojos, do diretor Juan Jose Campanella, o qual devo assistir em breve.
Para amenizar o mal estar pós filme, recomendo Mary and Max, filme de animação com técnicas em argila, de uma sensibilidade sem igual. Assisti após ler o texto de minha amiga Cris na Revista Íntegra, veja o link: http://revista-integra.blogspot.com/2009/12/mary-and-max-cristina-pereira.html
No mais, vale a pena conferir o mais recente e polêmico de Michael Haneke.
25/02/10
Diane Arbus - do espanto ao fascínio















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